sábado, 29 de novembro de 2008
Santa Catarina precisa de ajuda!
domingo, 23 de novembro de 2008
QBazar!

Festival que promove culinária de bares entra na última quinzena
Para saber mais sobre o evento basta acessar: www.barembar.com.br
Festival gastronômico Tempero no Forte tem programação definida

São Paulo recebe festival de gastronomia da Calabria em novembro

Veja os restaurantes que participam do Festival.
São Paulowww.percussi.com.br
Rio Janeirohttp://restaurantefratelli.com.br
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Ilha Bela, simplesmente linda! Sua história.
Parte das ilhas que integram o arquipélago de Ilhabela já era habitada muito antes da chegada dos primeiros europeus ao Brasil. Pesquisas arqueológicas realizadas pelo Projeto Arqueológico de Ilhabela já identificaram no território do município 14 sítios arqueológicos pré-coloniais, ou seja, locais que foram ocupados por seres humanos antes de 1500.Treze desses sítios – descobertos nas ilhas de São Sebastião, dos Búzios e da Vitória – são o que os especialistas denominam “acampamentos concheiros”; que foram habitados – acredita-se que desde o ano 500 antes de Cristo – por “homens pescadores coletores do litoral”, indígenas assim denominados porque não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, vivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos.Um outro sítio arqueológico pré-colonial foi localizado na Ilha de São Sebastião, no bairro do Viana, graças à existência no local de farto material cerâmico da tradição Itararé; indicando a possibilidade de ali ter existido uma aldeia indígena do tronco lingüístico macro-jê.Milhares de fragmentos arqueológicos já foram recolhidos e integram o acervo do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Ilhabela.Apesar de os indígenas da família lingüística tupi-guarani terem dominado, por muitos anos, o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, não existe qualquer comprovação arqueológica ou bibliográfica de que eles tenham estabelecido alguma aldeia nas ilhas do arquipélago de Ilhabela. Talvez isso explique porque esses indígenas denominavam a Ilha de São Sebastião como Maembipe, o que significa “local de resgate de prisioneiros e troca de mercadorias”. A escolha de um local neutro para a troca de prisioneiros e mercadorias é um antigo costume tribal vigente até hoje em alguns países da África, Ásia, Oriente Médio e até mesmo na Amazônia.Os tupis eram profundos conhecedores da natureza e viviam guerreando entre si. Os inimigos eram mortos e comidos pela tribo, durante o chamado ritual antropofágico, no qual se acreditava que as qualidades do inimigo morto seriam transmitidas a quem comesse da sua carne.Inúmeras palavras de origem tupi-guarani permanecem entre nós até hoje, tais como capim, goiaba, pitanga, mingau, baiacu, mandioca, biju, além de topônimos (nomes próprios de locais) ilhabelenses como Pacoíba, Baepí, Pirabura, Pirassununga, Jabaquara, Perequê, Itaquanduba, Itaguaçu, Cocaia, Guarapocaia, Piava, Piavú, Pequeá, Papagaio, Itapecerica, Sepituba, dentre outros.Além da grande herança lingüística, os tupis exerceram uma grande influência na cultura e na alimentação do Brasil colonial, sendo que muitos desses hábitos permanecem vivos até os presentes dias na cultura caiçara.A história colonial de Ilhabela começa quando os integrantes da primeira expedição exploradora enviada por Portugal à Terra de Santa Cruz chegaram a Maembipe em 20 de janeiro de 1502, dia consagrado, pela Igreja, a São Sebastião. Essa expedição – que rebatizou a ilha de Maembipe com o nome de São Sebastião – foi comandada por Gonçalo Coelho, era composta por três caravelas, e dela fez parte Américo Vespúcio, conhecido navegante italiano.(site: http://www.ilhabela.com.br/)
Fomos a semana passada para lá. Não tenho palavras para descrever esse lugar. Sempre digo: É mágico! Quando for para lá, só não esqueça do repelente porque a ilha tem 92% de Mata Atlântica preservada...daí a quantidade de "borrachudos"...Se não gostar de passar o repelente tome 15 dias antes vitamina B.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Crítica da Peça "Aquela Mulher"

domingo, 16 de novembro de 2008
Comida de Boteco em Goiânia
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Feira de Livros na USP - "Antibienal"
Este é o décimo ano em que o evento é realizado, no prédio da Geografia e História, na USP. Criação de Plínio Martins Filho, diretor-presidente da Edusp, a editora da universidade, a Feira tem como público-alvo a população que gravita em torno da Cidade Universitária, estudantes e professores especialmente, mas é aberta a quem vier. O número de editoras participantes tem aumentado a cada ano, embora o espaço permaneça o mesmo. Em conseqüência do aperto, em vários estandes cotovelos entram em choque na busca por ofertas. Os editores não pagam nada para expor, mas são obrigados a assinar um termo de compromisso de que venderão os livros com 50%, ou mais, de desconto em relação ao preço da livraria. “Se recebemos alguma reclamação de leitor, de que o desconto não é de 50%, no ano seguinte não convidamos a editora”, explica Martins. Não há números sobre o volume de negócios nos três dias da feira. Mas Martins estima que em 2007 foram vendidos cerca de 100 mil livros. Entre as editoras campeãs de venda, a CosacNaify destaca-se facilmente. O acesso ao seu estande exige paciência – e os leitores saem carregados de lá. “A Cosac vende em três dias muito mais do que nos 10 dias da Bienal”, provoca Martins. Promovida pela Câmara Brasileira do Livro, a Bienal cobra dos editores uma elevada taxa para montagem de estandes, não obriga os vendedores a oferecer qualquer tipo de desconto e anda cobra ingresso do público que a visita. “Nós somos uma espécie de antibienal. Aqui não se paga para expor nem para entrar”, diz Martins. Qual é o segredo que permite a grandes, médias e pequenas editoras venderem livros de catálogo por 50% do preço? A venda direta ao consumidor, sem intermediários. O preço oferecido na Feira da USP é próximo ao valor que os editores recebem das empresas distribuidoras, que colocam os livros nas livrarias. Grandes editoras, como Companhia das Letras, Record e Objetiva nunca se interessaram em participar da Feira da USP, embora parte de seus catálogos se enquadre no requisito do evento: livros com perfil acadêmico ou destinado ao público universitário. Já outras boas e conhecidas editoras integram a feira: além da CosacNaify, Editora 34, Paz e Terra, Boitempo, Conrad, Aeroplano, Ateliê, Nova Fronteira, além de várias que se especializaram no segmento de publicação de textos acadêmicos, como Perspectiva, Anablume, Alameda e Musa. Outro segmento importante da Feira da USP são as editoras universitárias, propriamente, Edusp à frente, mas também UFRJ, UNB, UERJ, Unicamp, Unesp, entre outras. Em março deste ano, Plínio Martins organizou a primeira feira de livros exclusivamente de editoras universitárias e editoras públicas, como Imprensa Oficial. O evento voltará a ser realizado no primeiro semestre de 2009. Um problema da Feira do Livro da USP, mas não exclusivo dela, é o furto. Vários livreiros destacam seguranças para vigiar o público. “Já tivemos algumas encrencas por causa disso, com pessoas flagradas”, conta Martins. O argumento de quem é pego roubando só poderia ser ouvido num ambiente universitário: “Eles alegam que é um roubo ideológico, já que a editora é rica”, conta. Um aviso: o argumento não cola.
2ª Virada Esportiva dia 15/11

sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Marília Gabriela no teatro

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Filme alemão é o vencedor da 32ª Mostra Internacional de SP
IX Projeta Brasil Cinemark

sábado, 1 de novembro de 2008
Museu Brasileiro da Cultura (MUBE)

Bienal no Ibirapuera- Einstein

Exposição

